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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Cutty Sark | Observatório de Greenwich

Antes de irmos à Greenwich, aproveitamos parte da manhã para fazer umas comprinhas. Nosso roteiro eram as lojas da Oxford Street. 


Basicamente estávamos atrás de coisas simples, acessórios - cachecóis, lenços e meias, principalmente. Quer renovar um look todos os dias? Use um lenço ou cachecol diferente. Além de baratos – verdade - e lindos, é um tipo de acessório que você vai usar sempre e para sempre! 


Para as meninas: um achado no que diz respeito a cosméticos baratos e variados é a Boots. É uma farmácia – que não parece farmácia - que tem as famosas marcas de make up: Dior, Lancome, Clinique, Elizabeth Arden, Urban Decay, Benefit, Max Factor, Too Faced, etc, e as marcas com preços mais acessíveis que já conhecemos como: Revlon, Maybelline, Bourjois e muito mais. Se você é fã dos dermocosméticos, lá também tem as marcas renomadas, e que também já conhecemos como: Avéne, La Roche Posay, Vichy, Olay, Neutrogena, Johnsons. 

E como não poderia deixar de ser, têm também as inglesas Rimmel, Nº 7, Nº 17, Soapy & Glory, cremes hidratantes, shampoos, condicionadores, máscaras - John Frieda é incrivelmente barato se comparado com Brasil - e vários tipos de acessórios para cabelo, para cosméticos, para refilar produtos, etc, etc. Uma das maiores é a da Oxford Street. 
Um ponto positivo e de destaque é que você pode fuçar a vontade, que ninguém te enche o saco. Portanto, prepare-se pra não enlouquecer! Em Londres não tem Sephora, mas tem Boots, que em minha opinião, é muito melhor! 

Depois da “gastança” (brincadeirinha!), voltamos para o hotel rapidinho para deixar as coisas e rumamos para Greenwich. 

Fomos de metrô, mas é também possível chegar de ônibus, trem ou barco. Greenwich fica na Zona 2, então o seu Oyester é aceito. No entanto, é necessário fazer uma baldeação do metrô para o trem (DLR) para acessar as estações: Cutty Sark for Maritime Greenwich ou Greenwich. 

Paramos na estação Cutty Sark, pois queríamos conhecer o famoso veleiro - de mesmo nome - que está exposto permanente, e é um ícone da navegação. 

Construído em 1869, na Escócia, o Cutty Sark foi o mais famoso dos grandes veleiros do século XIX, que percorreu as principais rotas comerciais do mundo. Ele destinava-se ao transporte de chá entre a China e a Grã-Bretanha. Muita história e acontecimentos marcaram a embarcação. O veleiro foi substituído por embarcações a vapor, mais rápidas e seguras. Depois, transportou lã, foi vendido a uma empresa portuguesa e transportou diversas mercadorias entre as cidades e as colônias africanas. O veleiro navegou por águas da América do Sul, América do Norte, África e Europa.


Em 1920 foi comprado pelo capitão Dowman e totalmente reformado. O veleiro navegou pelos mares até 1938. Em 1954, foi levado a Greenwich e instalado sob uma doca seca. Em 1957, foi reaberto a visitação pela Rainha Elizabeth e desde então, já recebeu mais de 15 milhões de visitantes ao redor do mundo. Em novembro de 2006, o veleiro foi fechado para reforma e reaberto em Abril de 2012, após extensivos trabalhos de restauração, para garantir que se mantenha conservado para as próximas gerações.


Considerado hoje como um símbolo do patrimônio marítimo inglês, o Cutty Sark também se tornou um memorial para a Marinha Mercante e suas perdas em duas grandes guerras mundiais. Da doca onde está instalado o Cutty Sark, há uma vista privilegiada da Canary Wharf, famosa por seus edifícios comerciais e shoppings que incluem o One Canada Square, 8 Canada Square e Citigroup Centre, que estão entre os maiores edifícios do Reino Unido.

Do DLR nos avistamos o complexo e vimos quanta gente trabalha ali...

O outro lado do rio, a Canary Wharf
Próximo do Cutty Sark estão o Museu Marítimo, o Observatório de Greenwich, o Greenwich Park, a North Greenwich Arena, mais conhecida como O2 e o Old Royal Naval College.

A fundo, o domo da North Greenwich Arena, ou O2 , como é mais conhecida
Museu Marítimo
No caminho para o observatório notamos muitos tapumes encobrindo os locais das competições das Olimpíadas de Londres (realizados entre Julho e Agosto de 2012, em diversas partes de Londres). Ali ocorreram as provas de hipismo e pentatlo moderno, e tudo estavam sendo desmontado.

Foi no alto, onde está o Meridiano, que avistamos parte da cidade, e "estádios" ondem ocorreram jogos das Olimpíadas sendo desmontados.

Arquibancadas sendo desmontadas.

E assim foi uma Olimpíada...

Aqui aconteceram jogos olímpicos durante as Olimpíadas de Londres
Já no Meridiano de Greenwich... Quem nunca ouviu falar dele na escola? Ele passa sobre a localidade de Greenwich - no Observatório Real, nos arredores de Londres - que, por convenção, divide o globo terrestre em ocidente e oriente, permitindo medir a longitude. 


O Meridiano de Greenwich atravessa dois continentes e sete países. Na Europa: Reino Unido, França e Espanha; e na África: Argélia, Mali, Burkina Faso e Gana.


É o observatório que “hospeda” o famoso GMT (Greenwich Mean Time), marcador oficial do tempo. 



O fuso horário é contabilizado a partir do Meridiano de Greenwich, sendo negativo para o este, e positivo para o leste.
Stay in queue!
A tão disputada linha do meridiano estava ali, aos nossos pés, mas não imaginávamos que tirar uma foto fosse tão difícil. Enfrentamos uma pequena fila para fazer algumas fotos, mas tudo muito rápido.

As coordenadas. Rio de Janeiro...
e Brasília!

Além do Meridiano, há também muitos esquilos por toda a parte. Tanto quanto o Meridiano, eles também conseguem chamar a atenção das pessoas. Não há quem não se encante com esses bichinhos!

E assim, apareceu um esquilo...



Visitamos também o Royal Observatory, onde está o telescópio refrator Greenwich de 28 polegadas. É maior do seu tipo no Reino Unido, e a sétimo maior do mundo.

Mapa do museu

Royal Observatory
Concluído em 1893, ele foi projetado para manter o Royal Observatory na vanguarda da astronomia contemporânea. O telescópio foi usado para a pesquisa em sistemas de estrelas duplas até a sua aposentadoria no final de 1960.


Ela agora é uma parte central de programas educacionais no Observatório Real. Com a recente adição de um sistema de orientação auxiliada por computador e uma câmera CCD, ela continua a funcionar como um excelente auxílio visual para observar o céu à noite.


Aproveitamos o museu até o último minuto até fechar suas portas.


Saímos do observatório e ainda fizemos o registro de um objeto do Museu Marítimo.


No caminho para o metrô, passamos pelo bairro de Greenwich. Lugar charmoso com lojas, bares e pubs. Pena que nosso tempo foi curto e não aproveitamos o lugar...


Saímos de Greenwich direto para conhecer o maior shopping de Londres, o Westifield (estação Sheperd´s Bush).

É um shopping enorme com marcas e lojas preferidas dos turistas como: Primark, Forever 21, Top Shop, Zara, H&M, Urban Outfitters, All Saints, Gap, French Connection, Boots, etc. Todas as lojas de grife com preços estratosféricos também estão lá. 

Notamos muitas mulheres de origem árabe, cobertas da cabeça aos pés carregados sacolas e mais sacolas da Chanel, Dior, Prada... Se elas andam cobertas quando estão em público, certamente todas as roupas e bolsas que compram, são para mostrar aos seus maridos somente dentro de casa! 

Já era noite, quando paramos no Spaguetti House - rede de restaurantes de Londres -  para jantar, no próprio shopping.

Penne arrabiata
Bersaglieri ao pesto
Massa deliciosa e atendimento rápido. 

Estava muito frio quando saímos do shopping. Rapidinho fomos até o metrô, mas, quando chegamos a estação, nos foi informado que o serviço estava interrompido – algo até comum de acontecer nos metrôs de Londres, mas quando acontece, você não fica na mão, e há outras alternativas. 

A linha interrompida era um caminho mais rápido para o hotel. Bem, ainda tínhamos o ônibus, ou outra linha de metrô como alternativa. Quase 1 hora depois, já estávamos no hotel. Até que não foi tão difícil fazer duas baldeações no metrô...

sábado, 6 de julho de 2013

Novo layout e funcionalidades

O blog Experimentos de Viagens está de visual novo.

Um novo layout e novas funcionalidades foram adicionadas.  

O blog também mudou de nome (antes MECA SANTISTA), por isso, é possível também que ocorram algumas dificuldades na localização de postagens.

O menu por países e cidades está em construção.

Pouco a pouco mais atualizações e conteúdos serão realizados/publicados e mais funcionalidades serão adicionadas.

Se vocês tiverem qualquer problema com visualização e afins é só nos escrever.

Esperamos que gostem.

Eduardo e Helena

terça-feira, 2 de julho de 2013

Dicas e Curiosidade: Pret A Manger | O metrô de Londres


Uma das deliciosas atrações – literalmente - durante nossa visita à Londres foi o Pret A Manger, uma das maiores – se não a maior - redes de fast food do Reino Unido.

Como não merecer um post exclusivo para algo tão diferente e inovador?

Em Londres, comida de rua é algo que já faz parte da vida da cidade. É muito comum você ver as pessoas andando pelas ruas comendo.

E como aconteceu o Pret A Manger? Aconteceu numa das pausas de um dos nossos passeios. Na Oxford Street avistamos a fachada envidraçada que dava pra ver o interior de um simpático café, de ambiente convidativo e aconchegante e de nome francês – Pret A Manger - quer dizer “pronto para comer”. Com o frio que fazia, não pensamos duas vezes e entramos.

Notamos que não era um simples café. Vimos ali uma variedade de comidinhas como saladas, lanches na baguete ou no pão integral - com recheios pra lá de inusitados - pães como croissants diversos, muffins, sopas, frutas in natura, sucos naturais, águas aromatizadas, chás, e claro, cafés de todos os tipos. Os lanches e sucos vêm todos embaladinhos e ficam dispostos em gôndolas em que você assim que chega, já vê, pega e vai pro caixa pagar. Você pode comer por ali mesmo ou levar. No caixa já te perguntam se é take away ou eat in. Eles também atendem delivery. Você faz seu pedido pela internet.

Nossa primeira incursão foi básica: café expresso (no copão), um croissant e um roll de creme com passas – que depois eu soube que era o pain au raisin, uma delícia que passei a comer todos os dias.

É só pegar! Aqui tem os mais variados sanduíches, sopas,
saladas, sucos, águas aromatizadas
Veja só como funciona a percepção seletiva: após essa primeira experiência no Pret (já estávamos íntimos pra chamar de Pret), nós percebemos que em todos os lugares que passávamos havia um. Foi aí que notamos a grandeza dessa cadeia de comida rápida. Vimos até outras bem similares como: EAT, Simply Food, Mark & Spencer, Caffé Nero (mas nada comparado, quando quero dizer quanto à lotação das lojas) - e até as mundialmente conhecidas Subway e McDonald´s – que até tem opções diferentes de lanches e café da manhã, nada parecido com o que temos aqui no Brasil.

Lanchinho básico depois de visitar a  Catedral de Saint Paul e a Millenium Bridge

Pret nos chamou muito atenção por ser diferente em muitos aspectos, que nos fez querer saber mais. Nós descobrimos que foi em 1986 que os colegas de faculdade Sinclair e Julian criaram seus sanduíches sem conservantes, corantes ou qualquer aditivo químico, tão comum nos fast foods de hoje. Foi então criado o tipo de comida que eles queriam, mas que não era encontrada em qualquer outro lugar. A inexperiência para os negócios se transformou em um gigante, presente hoje no Reino Unido, Hong Kong, França e Estados Unidos, que somam quase 300 lojas.

Um das grandes sacadas do Pret, é que os sanduíches são feitos no dia. E tudo o que não foi vendido é entregue à instituições de caridade. O legal é que os variados sanduíches são criados a partir de sugestões dos clientes. E o resultado é o lançamento de até 20 tipos de sanduíches, todos os meses. De acordo com eles próprios, alguns são clássicos e outros um tanto "estranhos" e "malucos".

Mais uma paradinha no Pret. Nesse dia estávamos a caminho da Tower Bridge
Além disso, eles têm uma verdadeira paranoia pela qualidade dos alimentos. Todos os fornecedores são rigorosamente selecionados e precisam cumprir alguns requisitos pra fornecerem alimentos. Pra se ter uma ideia de até aonde vai essa paranoia, veja só, o que acabei encontrando no site deles: “nossa mostarda wasabi é marrom (não de cor verde fluorescente), o nosso presunto é de tonalidade clara (não rosa claro) e os nossos damascos secos são acastanhados (e não laranja)”. E por aí vai...

A filosofia do Pret A Manger vai muito além do que apenas oferecer alimentos. Por isso, vale a muito a pena conhecer e devorar as delícias quando vir à Londres ou passar pelos países onde tem um Pret.

Perdemos a conta de quantas vezes passamos por lá, seja para tomar um café com croissant e um pain au raisen, ou comer alguns dos clássicos, e porque não também, um dos estranhos e malucos sanduíches do Pret.

O metrô de Londres e o Oyster Travel Card


Como andaríamos por vários cantos de Londres, optamos pelo cartão eletrônico Oyster Travel Card de 7 dias (29,20 libras + 5,00 pelo cartão/cada, zonas 1 e 2, onde estão concentradas as principais atrações).

As 5,00 libras são reembolsáveis se devolver o cartão (nós não sabíamos e não fizemos isso.

Bem, certamente voltaremos à Londres e utilizaremos novamente! rs).


O metrô de Londres não é barato se comparado a alguns países e até mesmo na cidade de São Paulo (4.30 libras por viagem nas zonas centrais como as 1 e 2), mas convenhamos, a infraestrutura é excelente!


Optando pelo Oyster, pode-se viajar várias vezes dentro da zona correspondente a qualquer hora do dia, por 7 dias. Com isso dá pra economizar muitas, muitas libras.

Outra opção de transporte é o ônibus, os famosos double decks vermelhos. Há por toda a cidade. Nós optamos apenas pelo metrô.

As tarifas abaixo são de 2012. Em 2013 serão reajustadas. Tabela aqui.


E a companhia para as nossas viagens foi os famosos tabloides Metro e London Evening Standard. É distribuído no "tube" de manhã e no final da tarde.

Tabloides enregues no metrô de manhã e início da noite
Mas mesmo que você não consiga pegar um exemplar, seja na entrada ou na saída do "tube", dentro dos vagões sempre tem vários sob os dos assentos.

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