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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Postman´s Park | Londres



E começamos o primeiro dia de novembro em Londres! Uhu! Mas não era motivo pra tanta comemoração assim - era nosso último dia e apenas o período da manhã na cidade. Nosso vôo de volta à São Paulo estava marcado para às 21:25, tínhamos ainda portanto, a manhã toda para aproveitar as últimas horas e minutos. 

O dia amanheceu com muito sol – maravilha - com um céu espetacularmente azul, mas frio, muito frio. Percebíamos que a cada dia a temperatura caia cada vez mais... 


Após o café, rumamos para a City of London para conhecer o Postman's Park. Eu tive curiosidade em conhecer uma das locações do filme “Closer” (2004), com Julia Roberts, Judie Law, Natalie Portman e Clive Owen. Foi dali que a personagem de Natalie Portman escolheu o nome – Alice Ayres. 


Com a desculpa de que sua foto era feia, ela negou mostrar seu passaporte para o personagem de Jude Law (Dan), para não revelar seu verdadeiro nome – Jane Jones. Ela adotou o nome Alice Ayres quando eles se encontraram pela primeira vez, exatamente ali, no Postman´s Park. No final do filme, Dan descobre que foi totalmente enganado. 


Além da famosa placa da Alice Ayres, o Postman´s Park tem ali, guardado muita história. E por falar em história, uma das coisas bacanas que fizemos quando planejamos nossa viagem à Londres, foi procurar saber um pouco da história dos locais que visitamos. Associar a pesquisa às suas impressões enriquece e torna o passeio muito mais interessante. Você acaba procurando e vendo detalhes que podem não fazer sentido para outras pessoas. 



Localizado num lugar muito tranquilo, o parque foi formado a partir de áreas das igrejas de St. Leonard, Foster Lane e St. Botolph, e do cemitério Christ Church. O nome do parque foi derivado pela popular utilização dos seus jardins para o almoço dos funcionários das proximidades de Old Post Office. 


O parque foi estabelecido para um jardim público em 1880. E é ali, no The Watts Memorial que há uma enorme parede com os registros, cada qual em uma placa, dos feitos heroicos de homens, mulheres e crianças comuns que perderam suas vidas para salvar outras. 


Assim, esse memorial foi erguido para celebrar o Jubileu de Ouro da Rainha Victoria em 1887
 
A seguir, passamos pela Catedral de Saint Paul com um belo céu azul. Tiramos algumas fotos e cruzamos a The Millenium Bridge. 

Memorial dos Bombeiros

Em frente à Saint Paul, passamos pelo Memorial dos Bombeiros, com três estátuas de bronze que representam os bombeiros em ação no auge da Blitz. O memorial foi erguido em honra e memória daqueles que perderam suas vidas em defesa do país entre 1939 e 1945.

  
Conhecida como a Batalha da Inglaterra, a cidade de Londres foi bombardeada pelos nazistas, causando muita destruição. Assim, tanta coragem dos ingleses resultou na derrubada de muitos caças alemães. Também, a destreza da força aérea britânica e a eficiência dos seus radares fizeram com que a Inglaterra vencesse.

O que se vê hoje é uma cidade com tanto encanto, que é difícil crer que Londres já passou por tantas coisas. E a história está aí pra contar.

Já do outro do lado da Millenium Bridge, você tem uma belíssima vista da cúpula da Saint Paul. Apesar do sol e do céu azul, ventava muito, e estava muitíssimo frio, quase insuportável.
The Millenium Bridge com a Saint Paul ao fundo
Pela música, parecem ser do leste europeu
Fizemos nosso último lanchinho no Pret a Manger, pertinho das ruínas do Winchester Palace.  Aproveitamos para ver.

Ruínas do Winchester Palace
 As ruínas meio que apareceram no nosso caminho - estávamos indo para a Tower Bridge - por isso, não precisa pagar ingresso ou entrar em recinto algum para vê-las e saber um pouco mais.
Do século XII, Winchester Palace foi a residência dos bispos de Winchester, próximo do convento medieval, que hoje é a Catedral de Southwark. 

Ruínas do Winchester Palace
O The Shard é um edifício que você vê de qualquer parte da cidade. É uma atração turística e tem visitação. Não foi dessa vez que o The Shard entrou no nosso roteiro, porque ele ainda não estava aberto para visitação.

O The Shard
Não nos cansamos de fotografar essa belezinha, a Tower Bridge, dessa vez, atrás da moderna Prefeitura de Londres.
 
A prefeitura de Londres à direita, e ao fundo, a Tower Bridge
E a Torre de Londres que também não visitamos. Londres oferece tantas atrações, que você precisa selecionar muito bem o que visitar para não se perder no tempo... Vai ficar para a próxima visita.

Torre de Londres

A Tower Bridge

Detalhes da Tower Bridge (não estou falando dos pombos! rs)
Ao fundo, o 30 St Mary Axe, mais conhecido como Gherkin. 
Abaixo, a Torre de Londres. Olha quantos turistas! 
Tower Bridge
A igreja de St. Martin-in-the-Fields

007 everywhere...
02:50 p.m. - quase na hora de ir embora

Os contornos do Big Ben e o Parlamento
Uma última olhada na London Eye...

Quase 03:25 p.m. - acabou! Voltar para o hotel, pegar as malas e... aeroporto!
Encerramos nossa viagem com belíssimos registros de final de tarde dessa cidade linda, vibrante e apaixonante, e com o Big Ben insistindo em nos avisar que era a hora de partir.

Bye Bye London!

terça-feira, 2 de julho de 2013

Dicas e Curiosidade: Pret A Manger | O metrô de Londres


Uma das deliciosas atrações – literalmente - durante nossa visita à Londres foi o Pret A Manger, uma das maiores – se não a maior - redes de fast food do Reino Unido.

Como não merecer um post exclusivo para algo tão diferente e inovador?

Em Londres, comida de rua é algo que já faz parte da vida da cidade. É muito comum você ver as pessoas andando pelas ruas comendo.

E como aconteceu o Pret A Manger? Aconteceu numa das pausas de um dos nossos passeios. Na Oxford Street avistamos a fachada envidraçada que dava pra ver o interior de um simpático café, de ambiente convidativo e aconchegante e de nome francês – Pret A Manger - quer dizer “pronto para comer”. Com o frio que fazia, não pensamos duas vezes e entramos.

Notamos que não era um simples café. Vimos ali uma variedade de comidinhas como saladas, lanches na baguete ou no pão integral - com recheios pra lá de inusitados - pães como croissants diversos, muffins, sopas, frutas in natura, sucos naturais, águas aromatizadas, chás, e claro, cafés de todos os tipos. Os lanches e sucos vêm todos embaladinhos e ficam dispostos em gôndolas em que você assim que chega, já vê, pega e vai pro caixa pagar. Você pode comer por ali mesmo ou levar. No caixa já te perguntam se é take away ou eat in. Eles também atendem delivery. Você faz seu pedido pela internet.

Nossa primeira incursão foi básica: café expresso (no copão), um croissant e um roll de creme com passas – que depois eu soube que era o pain au raisin, uma delícia que passei a comer todos os dias.

É só pegar! Aqui tem os mais variados sanduíches, sopas,
saladas, sucos, águas aromatizadas
Veja só como funciona a percepção seletiva: após essa primeira experiência no Pret (já estávamos íntimos pra chamar de Pret), nós percebemos que em todos os lugares que passávamos havia um. Foi aí que notamos a grandeza dessa cadeia de comida rápida. Vimos até outras bem similares como: EAT, Simply Food, Mark & Spencer, Caffé Nero (mas nada comparado, quando quero dizer quanto à lotação das lojas) - e até as mundialmente conhecidas Subway e McDonald´s – que até tem opções diferentes de lanches e café da manhã, nada parecido com o que temos aqui no Brasil.

Lanchinho básico depois de visitar a  Catedral de Saint Paul e a Millenium Bridge

Pret nos chamou muito atenção por ser diferente em muitos aspectos, que nos fez querer saber mais. Nós descobrimos que foi em 1986 que os colegas de faculdade Sinclair e Julian criaram seus sanduíches sem conservantes, corantes ou qualquer aditivo químico, tão comum nos fast foods de hoje. Foi então criado o tipo de comida que eles queriam, mas que não era encontrada em qualquer outro lugar. A inexperiência para os negócios se transformou em um gigante, presente hoje no Reino Unido, Hong Kong, França e Estados Unidos, que somam quase 300 lojas.

Um das grandes sacadas do Pret, é que os sanduíches são feitos no dia. E tudo o que não foi vendido é entregue à instituições de caridade. O legal é que os variados sanduíches são criados a partir de sugestões dos clientes. E o resultado é o lançamento de até 20 tipos de sanduíches, todos os meses. De acordo com eles próprios, alguns são clássicos e outros um tanto "estranhos" e "malucos".

Mais uma paradinha no Pret. Nesse dia estávamos a caminho da Tower Bridge
Além disso, eles têm uma verdadeira paranoia pela qualidade dos alimentos. Todos os fornecedores são rigorosamente selecionados e precisam cumprir alguns requisitos pra fornecerem alimentos. Pra se ter uma ideia de até aonde vai essa paranoia, veja só, o que acabei encontrando no site deles: “nossa mostarda wasabi é marrom (não de cor verde fluorescente), o nosso presunto é de tonalidade clara (não rosa claro) e os nossos damascos secos são acastanhados (e não laranja)”. E por aí vai...

A filosofia do Pret A Manger vai muito além do que apenas oferecer alimentos. Por isso, vale a muito a pena conhecer e devorar as delícias quando vir à Londres ou passar pelos países onde tem um Pret.

Perdemos a conta de quantas vezes passamos por lá, seja para tomar um café com croissant e um pain au raisen, ou comer alguns dos clássicos, e porque não também, um dos estranhos e malucos sanduíches do Pret.

O metrô de Londres e o Oyster Travel Card


Como andaríamos por vários cantos de Londres, optamos pelo cartão eletrônico Oyster Travel Card de 7 dias (29,20 libras + 5,00 pelo cartão/cada, zonas 1 e 2, onde estão concentradas as principais atrações).

As 5,00 libras são reembolsáveis se devolver o cartão (nós não sabíamos e não fizemos isso.

Bem, certamente voltaremos à Londres e utilizaremos novamente! rs).


O metrô de Londres não é barato se comparado a alguns países e até mesmo na cidade de São Paulo (4.30 libras por viagem nas zonas centrais como as 1 e 2), mas convenhamos, a infraestrutura é excelente!


Optando pelo Oyster, pode-se viajar várias vezes dentro da zona correspondente a qualquer hora do dia, por 7 dias. Com isso dá pra economizar muitas, muitas libras.

Outra opção de transporte é o ônibus, os famosos double decks vermelhos. Há por toda a cidade. Nós optamos apenas pelo metrô.

As tarifas abaixo são de 2012. Em 2013 serão reajustadas. Tabela aqui.


E a companhia para as nossas viagens foi os famosos tabloides Metro e London Evening Standard. É distribuído no "tube" de manhã e no final da tarde.

Tabloides enregues no metrô de manhã e início da noite
Mas mesmo que você não consiga pegar um exemplar, seja na entrada ou na saída do "tube", dentro dos vagões sempre tem vários sob os dos assentos.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Tower Bridge | Catedral de Saint Paul | Millenium Bridge

Dessa vez tomamos café no hotel e não nos decepcionamos (5 libras cada). Apesar de simples, o buffet era muito parecido com o que estamos acostumados no Brasil. Pontos negativos: não haviam frios e frutas frescas, as únicas oferecidas eram em compotas, aquelas enlatadas que vemos nos supermercados.

Nosso primeiro tour foi para conhecer a Tower Bridge. Optamos por visitá-la a partir da City (City of London), distrito financeiro de Londres e principal centro financeiro da Europa.



A Torre de Londres e ao fundo, o The Shard, o edifício mais alto da Europa desde 2011
Esse foi um dia nublado e de muito frio, com garoa e um vento cortante! Foi muito difícil tirar as mãos dos bolsos para fotografar, mas ainda sim, conseguimos fazer belos registros da ponte. 

O brasão da City
"Domine dirige nos"

Torre de Londres e o The Shard, ao fundo
Demos umas voltas pela City e tomamos um café no Pret A Manger pra esquentar. Depois, seguimos para o outro lado da Tower Bridge e fizemos muitas fotos. 

London under construction
A Prefeitura de Londres e o The Shard, ao fundo
Várias ruas te levam à Tower Bridge
O frio continua insuportável, mas resistimos bravamente. Tivemos a sorte de ver a ponte se abrindo para a passagem de uma embarcação pequena. Mais tarde, passando sob a Westminster Bridge vimos um navio gigantesco cruzando a ponte.

E vimos a Tower Bridge se abrindo...

para a passagem de navios


O The Shard
Voltamos à City e seguimos para a Catedral de Saint Paul. Compramos os ingressos a 30 libras cada (nada barato!), que inclui a visita à cúpula da catedral. 

Projetada por Christopher Wren, a catedral impressiona tanto pela sua suntuosidade como pela sua história. A primeira construção foi iniciada no ano de 604 e última construção em 1677. Durante os bombardeios da Blitz de outubro 1640 e abril de 1941, a catedral sofreu muitos danos, mas se manteve de pé. A catedral escapou de ser totalmente destruída com a descoberta de outras bombas, que estavam escondidas em seu interior.

A Catedral de Saint Paul
Na entrada você retira um audio guide (Ipod Touch) explicando direitinho em 90 minutos a história da catedral. Foi na Saint Paul que o príncipe Charles se casou com a Lady Diana, em 1981. Também ocorreu aqui a celebração do jubileu de ouro e o aniversário de 80 anos da Rainha Elizabeth II.

A catedral foi completamente destruída no grande incêndio em 1666.
Alguns eventos como o casamento do Príncipe Charles com a Lady Diana, em 1981 e alguns dos ilustres ali sepultados estão: Duque de Wellington, Alexander Fleming, Almirante Nelson e Christoper Whren (o primeiro a ser enterrado, em 1723).

Acima de sua cripta, há a seguinte inscrição: "LECTOR, si monumentum requiris, circumspice", que quer dizer “Leitor, se procuras um monumento, olhe em torno de você”.



Sua cúpula é a segunda maior do mundo (a primeira é a da Basílica de São Pedro, no Vaticano). Há muito a ser explorado dentro da catedral, como por exemplo, a Golden Gallery. Para chegar lá, deve-se encarar nada mais nada menos de 528 degraus. O prêmio: uma visão de 360º que permite avistar a cidade e alguns de seus principais pontos turísticos como a Tower Bridge, o The Shard, a London Eye e o Palácio de Buckingham. Em dias claros, é possível avistar o Wembley Arche o Estádio Olímpico. Infelizmente nós não encaramos o desafio..


O dragão, símbolo da City (sua parte mais antiga)
Fotos do interior da catedral? Infelizmente não eram permitidas dentro da catedral. Então, tudo que carregaremos serão as memórias fotográficas de todas as belezas.

Saímos da catedral pra lá de famintos. Já era tarde e temíamos não encontrar o que comer (difícil, não?). Caminhamos pela "City" e dentro de um centro comercial moderno, com escritórios, lojas e restaurantes, foi que nos simpatizamos pelo Rizzi, um restaurante italiano aconchegante e muito convidativo.

Olhamos o cardápio na porta e entramos sem cerimônias. Ponto alto: em todos os restaurantes que fomos ou que demos uma espiadinha, o cardápio estava ali, na porta com preços e todas as informações. Nossos pedidos: o Edu optou pelo penne com molho vermelho e eu uma lasanha a bolonhesa. Tudo estava delicioso!

Penne

Lasanha com salada
Após o delicioso almoço, seguimos a pé até a Millennium Bridge. O frio, que estava intenso, ventava e garoava, mas conseguimos fazer vários registros.

Millenium Bridge e a cúpula da Saint Paul ao fundo
Millennium Bridge

A Millennium Bridge foi inaugurada no ano 2000 pela Rainha Elizabeth II. A ponte cruza o Rio Tâmisa, unindo a City of London à zona de Bankside. 


Por conta da vibrações e instabilidades, a ponte foi interditada dois dias depois de inaugurada. Somente após quase dois anos a ponte foi reaberta e definitivamente se tornou mais um cartão postal da cidade.



As celebrações do início do terceiro milênio
Tudo ao mesmo tempo: Millennium Bridge, The Shard, The Shard


Torre de Londres e o The Shard
No jantar, optamos por um lanchinho no Pret A Manger. 

Lanchinhos do Pret
Retornamos exaustos para o hotel para um merecido descanso. Londres estava a nossa espera no dia seguinte.

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